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Arquivo da Categoria ‘Comunicação no Mundo’

Tweet de uma reunião com o Presidente Lula

11, fevereiro, 2010

Reunião no Palácio do Planalto, com dois dos homens mais poderosos do Brasil: o presidente da República e seu ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. O assunto é dos mais importantes dos próximos muitos anos, um plano de inclusão digital [desta vez denominado Plano Nacional de Banda Larga, ou PNBL] que pode, se for levado a cabo, resultar em R$ 14 bilhões ou mais de investimento. No contexto, o papel da [nova]Telebrás e dos restos da Eletronet, fracassada operação de backbone sobre a infraestrutura do sistema de transmissão de energia.

Há mais gente na sala e um dos presentes, segundo o ministro Paulo Bernardo, é autorizado a “tuitar” a reunião. Trata-se de Marcelo Branco, da Associação Software Livre.org. Consta que Marcelo pediu, foi liberado, e pela primeira vez lá estava o Palácio tuitando uma reunião presidencial para o mundo. Pouco provável que coisa semelhante tenha ocorrido antes em qualquer outro país.

Aí o Marcelo tuita:
#pnbl Lula: “depois de muito trabalho conseguimos conquistar de novo a ELETRONET”… “queremos fazer a TELEBRÁS voltar a funcionar”.

E as ações da Telebrás disparam na Bovespa: mais de 20% em um único dia (quarta-feira, 3 de fevereiro).

Isso tem grandes implicações, como escreve Silvio Meira em seu blog, de onde copiei quase integralmente os primeiros parágrafos.

E o mundo está cada vez mais interessante.

Fonte: Blog HSM, 5 de Fevereiro de 2010 . (http://hsm.updateordie.com/)

Edson Silva Comunicação Negocial, Comunicação no Mundo , , ,

Pense no todo

23, junho, 2009

“As organizações que realmente terão sucesso no futuro serão aquelas que descobrirem como cultivar nas pessoas o comprometimento e a capacidade de aprender em todos os níveis da empresa(…) No fundo, todos somos aprendizes(…) Aprender faz parte da natureza humana.”

Peter M. Senger – A Quinta Disciplina

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Comunicação é simples!

1, junho, 2009

Além do óbvio

21, maio, 2009

As cinco funções do Twitter

4, maio, 2009

twitter

Com o boom de popularidade do Twitter, na esteira da entrada da Oprah no microblog nos States e da reportagem do Fantástico no Brasil, elevou-se também a rejeição à ferramenta, dos que a acusam de inútil a um ralo de tempo com superpoder de sucção e entupido pelo excesso de informações. E, no meio do tiroteio, uma pergunta não cala: o Twitter serve para alguma coisa? Se sim, para quê?
Venho utilizando o Twitter desde o final do ano passado e queria me arriscar a falar de cinco funções mais universais, e bem definidas, que encontrei ali e que fizeram com que me apegasse a ele:

  1. Sentido instantâneo de comunidade.
  2. Manifestação (e observação) da individualidade.
  3. Comunicação rápida e eficaz.
  4. Laboratório.
  5. Fonte potencialmente valiosa de informações e aprendizado.
    Trecho do texto de Adriana Salles Gomes (editora da revista HSM Management)
    Leia mais

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Diálogo social. Uma experiência de Aprendizado.

3, abril, 2009

Gaulia O modo como a organização conversa internamente (e externamente) se reflete na qualidade de suas relações e nos seus resultados. O que você acha disso?
Pense. Como a sua empresa conversa? Ela sabe ouvir? Ela só sabe falar? Fala alto, grita ou fala e ninguém escuta? Fala demais? Ou é muda, silenciosa?
A comunicação corporativa está (re)descobrindo o básico: Leia mais

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Internet democratiza as comunicações

27, março, 2009

Diretor de comunicação da IESE Business School explica, em entrevista, as mudanças ocorridas a partir das evoluções das tecnologias e o impacto causado nas estratégias das empresas. Leia na íntegra no site HSM Online.

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Etiqueta no MSN

17, março, 2009

Usar programas de comunicação instantânea no trabalho é comum hoje em dia. Mas vale observar algumas regrinhas básicas. Leia mais

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Opinião de Einstein sobre a crise

16, março, 2009

“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégicas. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar ’superado’.

 

Quem atribue à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.”

Albert Einstein

 

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Mantenha o Peixe Fresco

6, março, 2009

pesca1

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.

Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, “como sardinhas”. Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não, o gosto de peixe apático.

Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?

Antes das respostas, leia

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